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Mostrando postagens de maio, 2017

Cores, de Sisters of Mercy

Você colhe o que planta Ponha seu rosto para o chão Aí vêm os homens marchando, as suas cores enroladas

Baile de mascaras: versão de Violette

Violette acorda de seu devaneio, que mais parecido com um pesadelo era, o rapaz, jovial, esta com preocupação no seu semblante - O que há de errado, minha querida? - Não é nada, John, apenas uma falta de ar - Vamos para fora, para respirar O casal caminha para fora do salão. - Me diga o que esta ocorrendo, Violette. - Eu tive um devaneio, enquanto dançávamos - Continue - Vi que todos tinham sido mortos, e que o coral não era humano, tudo um horror, um horror - Oras, voce deve estar cansada, fique ai que vou buscar algo para comer - Não me deixe sozinha John saiu antes de escutar. O lado de fora não era menos burlesco e enfeitado que o salão, mas parecia escurecer mais e mais As arvores, altas e iluminadas por balões de papel vindo da china, faziam um mar de luzes e pontos Fogo, um incêndio havia tomado as arvores, pássaros voando e animais correndo, o fogo se espalhou rápido e voraz. Violette corre para o salão e começa a gritar - Fo...

Baile de mascaras

  Cantam o coral de rostos negros, Rostos de papel no mar de sonhos Cada um mais chamativo que o outro. O casal que sonhava Valsando, De caras e bocas assim mudando De passos e passos, beijos e abraços. Rodava e sorria, como um par de bonecas de porcelana. Silencio! O relogio soa suas pesadas badaladas da meia-noite O pendulo, velho e pesado, dava passos calculados Para lá, para cá, assim o pendulo vai. A linha escarlate de seu rubi, junto com o som estridente de suas engrenagem Doze, badaladas Doze Pesadas badaladas O eco da decima segunda badalada se espalha pelo salão Os musicos recomeçam a canção, A valsa roda e gira, rodopia Vestidos rasgados e sangue jorrando. O casal esta dilacerado no chão Os rostos negros do coral jogam suas mascaras, e a visão, dantesca, revela seu rosto sem fim Um buraco negro em suas faces.

Isabella

Escuta-me, ó Isabella, pois trago noticias da coroa!.  - Diga-a, mensageiro, a mensagem vinda do reino.  - Seu pai, o rei, morreu, e a presença sua e de seu marido é requisitada no castelo de Saint'Agne.  - Céus!, meu pai tinha uma saude de cavalo!, de que ele morreu?  - Ele morreu delirando, princesa, em seus aposentos. Algo sobre uma Maria , que morreu no tempo de seu avô.  - Muito obrigado, mensageiro, avisarei meu marido.  Isabella e seu marido, duque de Desza, foram para Saint-Agne, lugar onde se encontrava a corte real.  -Tio!  - Ah Isabella!, como cresceu!, como tem passado?  -estava tudo bem, ate saber da morte de meu pai.  - Sim, sim, fui eu que achei o corpo, também tive um choque.  - E tu, como estás, duque?  - triste pela morte do rei, ele era um bom homem.  - vamos encontrar os outros, foram cortejar as empregadas num velorio - Pelo amor de deus. continua... castelo d...